Os 2 a 0 aplicados pelo Grêmio sobre o Inter foram irretocáveis.
Assisti o jogo junto a um dos meus leitores, colorado por sinal. Dividiram o sofá conosco mais 3 colorados. Eu ali, expremido em torcida adversária, mais ou menos na mesma proporção que os dois mil gremistas empilhados na arquibancada do Beira-Rio a assitir à vitória Gremista.
O primeiro tempo foi parelho, com chances para os dois lados e alternância entre defesa e ataque para os dois times. Parecia que ficaria no 0 a 0, que já seria um belo placar para jogar a partida da volta no Olímpico.
Mas aí veio o intervalo e a retomada do segundo tempo mostrou um Grêmio diferente, marcando a saída de bola Colorada, sem deixar o Inter respirar. A bola batia e voltava, não saía do campo defensivo do Inter. O gol era uma questão de tempo, e assim foi. Curiosamente, embora a pressão e a maior posse de bola do Grêmio, o placar foi aberto em uma bola parada, fundamento que vinha preocupando os gremistas no setor defensivo. E foi um zagueiro, Rodrigo, que subiu entre Sandro e Sorondo para aparar um belo cruzamento de Edílson e mandar um testaço inapelável para as redes de Pato.
O Inter sentiu o gol e o Grêmio manteve a superioridade. Ingenuamente, Fossati repetiu algo que Abel gostava muito de fazer. Tá perdendo? Bota atacante! E assim foi. O Inter terminou a partida com Edu, Kléber Pereira, Alecsandro e Walter. Sem articuladores e , por consequência, sem gols. Eu havia comentado que a superioridade colorada poderia se configurar nesse setor, mas D´Alessandro pouco fez e Andrezinho foi discreto. Apenas Walter jogou entre os vermelhos.
Silas colocou Rochemback no lugar do anedótico Leandro. O ex-colorado entrou bem e bateu uma falta na cabeça de Borges. O atacante teve duas oportunidades na partida, errou na primeira, mas foi fatal aos 41 do segundo tempo. Pato ficou parado novamente e o artilheiro tricolor correu para a Geral Gremista que lotava seu espaço no Gigante. A registrar a ótima atuação do estreante Neuton.
Segundo levantamentos estatísticos específicos, 74,7 % do título do Gauchão está nas mãos do Grêmio. Há a possibilidade de o Internacional colocar time reserva para a partida do próximo domingo. De forma alguma isso demonstrará desinteresse colorado na decisão. A vontade de ganhar se expressa na raiva de Guiñazu ao levar o terceiro amarelo. Gaciba poderia ter expulsado o voraz volante colorado, mas preferiu apenas observar sua fúria e deixá-lo espernear por saber que não poderá ajudar seus companheiros a fazer o improvável no Olímpico.
Assisti o jogo junto a um dos meus leitores, colorado por sinal. Dividiram o sofá conosco mais 3 colorados. Eu ali, expremido em torcida adversária, mais ou menos na mesma proporção que os dois mil gremistas empilhados na arquibancada do Beira-Rio a assitir à vitória Gremista.
O primeiro tempo foi parelho, com chances para os dois lados e alternância entre defesa e ataque para os dois times. Parecia que ficaria no 0 a 0, que já seria um belo placar para jogar a partida da volta no Olímpico.
Mas aí veio o intervalo e a retomada do segundo tempo mostrou um Grêmio diferente, marcando a saída de bola Colorada, sem deixar o Inter respirar. A bola batia e voltava, não saía do campo defensivo do Inter. O gol era uma questão de tempo, e assim foi. Curiosamente, embora a pressão e a maior posse de bola do Grêmio, o placar foi aberto em uma bola parada, fundamento que vinha preocupando os gremistas no setor defensivo. E foi um zagueiro, Rodrigo, que subiu entre Sandro e Sorondo para aparar um belo cruzamento de Edílson e mandar um testaço inapelável para as redes de Pato.
O Inter sentiu o gol e o Grêmio manteve a superioridade. Ingenuamente, Fossati repetiu algo que Abel gostava muito de fazer. Tá perdendo? Bota atacante! E assim foi. O Inter terminou a partida com Edu, Kléber Pereira, Alecsandro e Walter. Sem articuladores e , por consequência, sem gols. Eu havia comentado que a superioridade colorada poderia se configurar nesse setor, mas D´Alessandro pouco fez e Andrezinho foi discreto. Apenas Walter jogou entre os vermelhos.
Silas colocou Rochemback no lugar do anedótico Leandro. O ex-colorado entrou bem e bateu uma falta na cabeça de Borges. O atacante teve duas oportunidades na partida, errou na primeira, mas foi fatal aos 41 do segundo tempo. Pato ficou parado novamente e o artilheiro tricolor correu para a Geral Gremista que lotava seu espaço no Gigante. A registrar a ótima atuação do estreante Neuton.
Segundo levantamentos estatísticos específicos, 74,7 % do título do Gauchão está nas mãos do Grêmio. Há a possibilidade de o Internacional colocar time reserva para a partida do próximo domingo. De forma alguma isso demonstrará desinteresse colorado na decisão. A vontade de ganhar se expressa na raiva de Guiñazu ao levar o terceiro amarelo. Gaciba poderia ter expulsado o voraz volante colorado, mas preferiu apenas observar sua fúria e deixá-lo espernear por saber que não poderá ajudar seus companheiros a fazer o improvável no Olímpico.
Entre todos os responsáveis pela vitória e o encaminhamento da conquista gremista, quero destacar dois.
Victor, que finalmente teve uma atuação em Grenal, à altura da sua qualidade.
Paulo Paixão, que parece ter um imã embutido que atrai títulos estejam eles onde estiverem.
Claro, Silas também teve parcela importantíssima na vitória de ontem e será oportunamente cumprimentado caso a conquista se confirme, no próximo domingo.
Victor, que finalmente teve uma atuação em Grenal, à altura da sua qualidade.
Paulo Paixão, que parece ter um imã embutido que atrai títulos estejam eles onde estiverem.
Claro, Silas também teve parcela importantíssima na vitória de ontem e será oportunamente cumprimentado caso a conquista se confirme, no próximo domingo.
Por ora, parabéns pela linda vitória e olho no Fred!
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