A atuação gremista ontem contra o León serviu para que tenhamos a clareza de nossos limites na Libertadores.
Contra um time em que todos chutam como o Guiñasu, suamos litros para empatar. Terminamos o jogo com 3 laterais esquerdos e ao mesmo tempo sem nenhum. O Gilson nos deixa com saudade do Fábio Santos.
Se o Renato estava pensando em sair (e acho que estava), ontem deve ter pensado mais seriamente.
O Odone é um Presidente EaD e o presencial, Vicente, é pouco.
Quando o Jonas saiu, houve promessa que viria um reforço de peso, mas ontem terminamos o jogo com Viçosa e Clementino. Escudero talvez fosse melhor alternativa, embora não a ideal.
O Vinícius Pacheco entrou na estreia gremista na Libertadores, fez dois gols e depois sumiu.
Enfim, apenas algumas das constatações após o vexatório empate de ontem. Sem reforços, pararemos no primeiro time médio que encontrarmos. Como foi contra o Júnior de Barranquilha.
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sexta-feira, 18 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Acontecimentos
Jamais vi desgraça como a que estão os japoneses.
Vejamos... Sexta-feira o terremoto sacudiu tudo. Terra parada, as pessoas voltaram para casa pra ver o que restou, mas... veio o tsunami e colheu todo mundo como se fossem bolinhas de isopor.
No sábado, ainda no Japão, um vulcão entra em erupção após 52 anos descansando e joga estilhaços em janelas e olhinhos puxados distantes mais de 8 quilômetros.
Chega?! Não!
Após a encrenca com terremoto, aguaceiro e vulcões, as usinas nucleares, que estavam ali só observando, resolveram aparecer no noticiário e agora são ameaças reais de explosão e contaminação por radiação.
Um pouco mais pro meio do mapa mundi, na Líbia do Kadafi, um repórter gaúcho saiu ferido após ataques ao seu carro. Imagine a situação. Ele num carro com três jornalistas franceses e um motorista líbio, fugiam de tiros de canhão e pecharam em uma van que freou para desviar de uma bomba que explodia na rodovia.
Por aqui, perto do Ulrich, um motoqueiro catarinense foi frear sua moto e um companheiro que vinha logo atrás não parou e com a colisão jogou-o embaixo de um carro que vinha na direção contrária. Fatal. Freou para não levar multa em um pardal que sequer funciona. Ele não sabia.
Ah! Hoje teve reunião na Kopp Tecnologia.
Vejamos... Sexta-feira o terremoto sacudiu tudo. Terra parada, as pessoas voltaram para casa pra ver o que restou, mas... veio o tsunami e colheu todo mundo como se fossem bolinhas de isopor.
No sábado, ainda no Japão, um vulcão entra em erupção após 52 anos descansando e joga estilhaços em janelas e olhinhos puxados distantes mais de 8 quilômetros.
Chega?! Não!
Após a encrenca com terremoto, aguaceiro e vulcões, as usinas nucleares, que estavam ali só observando, resolveram aparecer no noticiário e agora são ameaças reais de explosão e contaminação por radiação.
Um pouco mais pro meio do mapa mundi, na Líbia do Kadafi, um repórter gaúcho saiu ferido após ataques ao seu carro. Imagine a situação. Ele num carro com três jornalistas franceses e um motorista líbio, fugiam de tiros de canhão e pecharam em uma van que freou para desviar de uma bomba que explodia na rodovia.
Por aqui, perto do Ulrich, um motoqueiro catarinense foi frear sua moto e um companheiro que vinha logo atrás não parou e com a colisão jogou-o embaixo de um carro que vinha na direção contrária. Fatal. Freou para não levar multa em um pardal que sequer funciona. Ele não sabia.
Ah! Hoje teve reunião na Kopp Tecnologia.
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