segunda-feira, 1 de junho de 2009

Secar é um dever, mas tá difícil

C0mecei a escrever esse texto segunda-feira, um dia após após o jogo do Inter contra o Avaí , mas a semana foi cheia e só estou postando agora, às 23h01min da quarta-feira. É intervalo do jogo contra o Coritiba. Embora esteja 0 a 0, trata-se de páreo corrido e o segundo tempo é mera formalidade.
Segue o texto, que comecei anteontem e concluo agora.



O Inter “segue sua senda de vitórias” e nem precisou de titulares para bater o Avaí, no Beira-Rio. Ainda há os gremistas guerreiros, cegos pelo fanatismo, que dizem que o Inter “não é isso tudo”, que não tem banco, etc. Queridos tricolores, sequemos, mas sejamos francos e admitamos que o time e o plantel são infinitamente superiores ao nosso. No Brasileirão são 4 jogos e 12 pontos, sendo 3 dessas partidas jogadas pelos reservas.
Antes mesmo do início do Brasileirão eu já apontava o Inter como favoritasso a conquistar o caneco, já que se vão 30 anos desde a última conquista do nacional. A cada jogo, a possibilidade da conquista fica mais evidente e os colorados que não admitem isso, o fazem por precaução, para vacinar-se para um improvável fracasso.
Dia desses vi o Renato Maurício Prado, flamenguista e comentarista do Sportv a comparar a campanha colorada nesse início de Brasileirão, com o que fizera o Mengão em 2008, que largou bem, mas foi desmanchado pela janela de transferências e terminou o Brasileirão sem sequer conquistar vaga na Libertadores. Queria avisar ao rubronegro, que a situação é bem diferente. O Inter tem um time e um plantel superior ao do Mengão. de 2008. Além disso, a crise mundial vai estancar a saída de jogadores nesse ano, e a janela de transferências do meio do ano será apenas uma basculante. Me preocupo mais com contratações coloradas do que com vendas de jogadores.
Evidentemente que não deixarei de secar nunca. No jogo contra o Avaí, por exemplo, escutei até o último minuto, e tive a infelicidade de relembrar o quanto é duro ter Eduardo Martini no gol. Mas seco até amistodo contra o Ortopé, não seria Brasileirão e Copa do Brasil que eu ficaria omisso.
o ruim é que a fase colorada é iluminada e faz lembrar o Grêmio de 95 e 96.
Minhas escassas esperanças continuam concentradas na decisão da Copa do Brasil, contra o Curingão.
Inspirado em outro trecho do hino colorado, lembro aos vermelhos que “Teus astros cintilam num céu sempre AZUL” e sigo firme com Mano Menezes e o gordo Ronaldo contra o Bi Colorado.

3 comentários:

Fulano disse...

Teste

Anônimo disse...

Essa vida de secador é mesmo ingrata...hehehehe. Lembro qdo exercia essa ativaidade em 95/96. Quanto mais o cara seca, pior é. Secar é sofrer em dobro: quando o time que o cara torce vai mal e também quando o time secado ganha.
Peço os amigos gremistas que continuem a secar porque tem dado sorte para nós.
Na finalíssima do dia 1/7 estarei no Gigante empurrando o Inter pra cima do Corinthinas e se tudo der certo, erguer mais um caneco e gritar É CAMPEÃO!!!.

Abraço
Goga

Unknown disse...

POIZÉ, TU SECA ATÉ CORRIDINHA EM VOLTA DO CAMPO NISSEI..PORAMORDEDEUS...AO INVÉS DISSO QUEM SABE MANDA UMAS DICAS PRA DIRETORIA DO TEU TIME PRA VER SE ELES SE LIGAM E CONTRATAM JOGADORES MELHORES PROS GREMISTAS MUDAREM O FOCO. É CHATO ISSO. DEIXEM OS OUTRO EM PAZ. PREOCUPEM-SE COM O TIME QUE VCS "NÃO" TEM...POXA(DESABAFO) HUMPF!!!...HAHAHA Ô NISSEI TU SABE QUE PUDE PERDER ESSA OPORTUNIDADE. E TENHO UMA "FORTE" PRA TE CONTAR, VINDA DIRETAMENTE DO TCHECO. A SEGUIR. ABRAÇO.
HENRIQUE.